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Augusto Abelaira 
(1926-2003)
Natural de Ançã, veio a falecer em Lisboa a 4 de Julho.

Concluiu a licenciatura em Ciências Histórico-Filosóficas na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra. 
Foi professor durante alguns anos, tendo-se dedicado posteriormente apenas à escrita, ou como jornalista ou como ficcionista e dramaturgo e mais esporadicamente como tradutor.

Desempenhou distintos cargos como director das revistas Seara Nova (1969-1973) e Vida Mundial (1974-1975), director adjunto de programas na RTP (1976) e presidente da Associação Portuguesa de Escritores (1978-1979). Cedo se iniciou na política e na escrita literária. Enquanto escritor, distinguiu-se sobretudo no romance, sendo a sua obra literária considerada das mais significativas da segunda metade do século XX.
Foi professor, tradutor, jornalista e escritor. Augusto Abelaira ocupa desde há muito um lugar de primeiro plano na moderna literatura portuguesa.
Figura marcante da literatura nacional da 2ª metade do século XX. Nasceu em Belém do Pará, Brasil, em 1921, mas veio residir para a Camarneira e posteriormente para Febres aos dois anos, onde seu pai exerceu medicina.
Poeta, dramaturgo, médico, soldado, deputado, político, jornalista, pedagogo e historiador, foi uma das figuras mais fecundas de Portugal e do Brasil.
Arcebispo de Goa e de Braga, desenvolveu uma actividade de grande mérito intelectual, religioso e beneficiente.
Para além de exímio pianista, foi um compositor precoce, considerado pelos críticos da época como um dos mais poderosos talentos da sua geração. Seguramente um dos maiores compositores portugueses de sempre se a morte não o tivesse levado aos 21 anos.
Um dos mais importantes vultos da Restauração de 1640, tendo-se notabilizado no comando das tropas portuguesas nas batalhas das Linhas de Elvas e Montes Claros, que impediram a entrada dos exércitos castelhanos em território nacional.
Residente em Pocariça durante cerca de três décadas, aí produziu obra prolífica que não só lhe dá lugar entre os cultores da pintura naturalista, como revela peças imprescindíveis para o conhecimento de paisagens, tipos e usos da região.
Nascido em terras de Cantanhede, Pedro Teixeira partiu para o Brasil em 1607, onde viria a distinguir-se na expulsão dos franceses do Maranhão e no comando dos portugueses contra as tentativas de ocupação holandesa e inglesa.

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