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Maria Amélia de Magalhães Carneiro 
(1883-1970)
Maria Amélia de Magalhães Carneiro nasceu a 2 de Março na freguesia de Cedofeita, Porto, vindo a falecer naquela cidade, a 19 de Fevereiro.

Cedo revelou especiais capacidades para o desenho e para a pintura, como o provam os seus primeiros trabalhos. A sua formação artística teve início na Academia Portuense de Belas Artes, tendo prosseguido no Atelier-Curso de Mestre Júlio Costa (1853-1923), que a considerava "uma forte e sólida aluna de pintura". As suas qualidades artísticas são tão notórias como notáveis, e o intenso e variado trabalho criativo de tão distinta pintora reconhece-se na transposição do carácter singular de ambientes e personagens de Cantanhede, com especial atenção para Cadima, Varziela e Pocariça, onde viveu durante cerca de três décadas. A circunstância de uma parte significativa do seu trabalho se reportar ao Concelho de Cantanhede adquire um enorme valor simbólico que se pretende manter vivo no ideário colectivo de Cantanhede.

Foi professor, tradutor, jornalista e escritor. Augusto Abelaira ocupa desde há muito um lugar de primeiro plano na moderna literatura portuguesa.
Figura marcante da literatura nacional da 2ª metade do século XX. Nasceu em Belém do Pará, Brasil, em 1921, mas veio residir para a Camarneira e posteriormente para Febres aos dois anos, onde seu pai exerceu medicina.
Poeta, dramaturgo, médico, soldado, deputado, político, jornalista, pedagogo e historiador, foi uma das figuras mais fecundas de Portugal e do Brasil.
Arcebispo de Goa e de Braga, desenvolveu uma actividade de grande mérito intelectual, religioso e beneficiente.
Para além de exímio pianista, foi um compositor precoce, considerado pelos críticos da época como um dos mais poderosos talentos da sua geração. Seguramente um dos maiores compositores portugueses de sempre se a morte não o tivesse levado aos 21 anos.
Um dos mais importantes vultos da Restauração de 1640, tendo-se notabilizado no comando das tropas portuguesas nas batalhas das Linhas de Elvas e Montes Claros, que impediram a entrada dos exércitos castelhanos em território nacional.
Residente em Pocariça durante cerca de três décadas, aí produziu obra prolífica que não só lhe dá lugar entre os cultores da pintura naturalista, como revela peças imprescindíveis para o conhecimento de paisagens, tipos e usos da região.
Nascido em terras de Cantanhede, Pedro Teixeira partiu para o Brasil em 1607, onde viria a distinguir-se na expulsão dos franceses do Maranhão e no comando dos portugueses contra as tentativas de ocupação holandesa e inglesa.

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