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Portunhos e Outil

Portunhos

Situada na zona sudeste do concelho, dista cerca de 7 km da cidade de Cantanhede. Com povoamento concentrado, é composta pelos lugares de Portunhos, Pena e Vale de Água, separados entre si cerca de 2 km. A exploração do calcário (brita, rachão, calçadas, cantarias) é a principal fonte de rendimentos da população. 

Da pedreira d’El Rei saiu a matéria-prima que, pelas suas características únicas – maciez, alvura, plasticidade – tem sido usada, desde a Renascença, na arquitectura (Hotel Palace do Buçaco) e na escultura, No lugar da Pena, no sítio chamado Pardieiros, foi descoberto em 1991 um “tesouro” de cerca de duas mil moedas romanas, datadas dos finais do séc. IV e inícios do séc. V.


A Freguesia de Portunhos, mais precisamente o lugar da Pena, viveu também a sua Revolta da Maria da Fonte (assim chamada naturalmente pela semelhança que teve com o levantamento do Minho). Lê-se em “O Marialva”: “Tratava-se de dar execução à lei que institui os cemitérios, acabando com os enterramentos dentro das igrejas. O primeiro enterramento no cemitério, que era o do cadáver de uma criança, provocou tal indignação no mulherio que o sino, chamando a rebate, pôs todas as mulheres em pé-de-guerra! Nem o Padre (…) nem o administrador do Concelho (…), que foi desrespeitado e ofendido, conseguiram acalmar a revolta feminina (…). Vieram tropas de infantaria e da cavalaria para dominar o tumulto; e só passados dias, e depois de cenas violentas, é que as tropas conseguiram acalmar os revoltosos, que foram presos em grande número e condenados no Tribunal de Cantanhede”. O cortejo fúnebre que então se dirigia para o cemitério de Portunhos foi interrompido de assalto por uma mulher que leva os restos mortais da criança para a igreja da Pena, a que de pronto toda a população se junta e protege, impedindo que enterrem a criança em Portunhos. Estes acontecimentos remontam ao ano de 1867.



Outil

Situada no sudeste do concelho, na margem direita da ribeira de Ançã, a 93 metros de altitude, dista cerca de quatro quilómetros da cidade de Cantanhede.

Esta freguesia compõe-se apenas das povoações de Outil e Vila Nova, idênticas em importância demográfica, mas diferentes em actividades que os seus moradores desenvolvem. Em Outil, sede, predominam as terras de lavoura - produz-se desde sempre o milho, o azeite, aveia e frutas; e em Vila Nova, se bem que haja também propriedades agrícolas, a actividade principal é a de exploração de cantaria, indústria que, pelos recursos quase inesgotáveis de pedreiras, dá trabalho a muita gente.

Ignora-se a data da fundação de Outil. Porém, indícios de ordem arqueológica apontam para que esta região tenha sido habitada pelos romanos. Dentre esses sinais destaca-se uma fonte de estilo romano que se encontra no cruzamento do caminho que liga as duas povoações da freguesia. Outro indício é a existência das ruínas de um castelo.

A Igreja Paroquial da freguesia é uma construção do século XVIII , com frontaria rematada por uma cornija. A porta é encimada por um frontão curvo. Contém várias imagens do século XV, salientando-se uma escultura de orago, Santa Maria Madalena, colocada no Altar-Mor. Das alfaias sacras são de destacar uma custódia e um cálice do século XVIII, ambos em prata com punções.

Morada:
R. dos Namorados, nº. 8
3060-522 PORTUNHOS

E-mail: presidentejfpo@sapo.pt
Website: http://www.ufportunhosoutil.pt/
 
239964690   Geral   

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