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Presidente

Dr.ª Maria Helena Rosa de Teodósio e Cruz Gomes de Oliveira

presidente@cm-cantanhede.pt

Concluído que está o processo de investidura dos eleitos no sufrágio eleitoral de 26 de setembro, quero por este meio dar nota de algumas reflexões que tive oportunidade de enunciar no discurso de tomada de posse.

Começo naturalmente por saudar todos os munícipes, ou seja, todos os que estão representados nos órgãos do Município, reiterando o meu propósito de continuar a atuar com o mesmo sentido de responsabilidade relativamente aos deveres inerentes ao cargo, desde logo os que estão consagrados na lei, mas também outros baseados em valores que tenho como referência no exercício de funções.

Desses valores enfatizo dois que têm sido, e vão continuar a ser, absolutamente estruturantes na minha postura enquanto presidente da Câmara Municipal, designadamente o respeito e a lealdade para com os munícipes, os meus colegas no executivo camarário, a Assembleia Municipal, as Juntas e Assembleias de Freguesia, as escolas, as associações, as IPSS, os serviços de saúde e demais entidades públicas e privadas, bem como os agentes económicos.

O mandato anterior ficou marcado pelas fortes contrariedades que se conhecem, inicialmente com o grande incêndio de outubro de 2017, logo depois com a vaga de destruição do furação Leslie e nos dois últimos anos com a terrível pandemia de Covid-19 que tanto condicionou as nossas vidas e a atividade das organizações.

Apesar das avultadas verbas que a autarquia teve de canalizar para a resposta às exigências de tais contrariedades e da diminuição da receita arrecadada em função da isenção de taxas, a verdade é que conseguiu cumprir praticamente todas as metas estabelecidas, conforme se pode avaliar pelos resultados de alguns dos principais indicadores de gestão.

Em todo o caso, o que pretendo com esta mensagem é falar do futuro e da missão que assumi em 16 de outubro, a missão de trabalhar no sentido de incrementar no concelho as melhores condições para as pessoas de todas as gerações se sentirem realizadas e felizes.

Os eixos estruturantes do programa que eu e a minha equipa nos propomos executar nos próximos quatro anos vão da economia ao emprego, das infraestruturas aos equipamentos coletivos, da educação à cultura e ao desporto, da ação social à saúde, da defesa do património à preservação da natureza e da biodiversidade, do urbanismo à mobilidade, da qualidade de vida à proteção civil, entre outras.

Para isso vamos seguir um quadro de orientações estratégicas perfeitamente alinhado com os objetivos do Plano de Recuperação e Resiliência, quadro esse em que já estamos a trabalhar para aproveitar devidamente as oportunidades de financiamento disponíveis nesse âmbito, tirando partido do capital de experiência e conhecimento dos serviços técnicos camarários na elaboração de candidaturas.

Mas tão importante como o programa são as orientações que vão pautar a sua execução. E quanto a isso que ninguém tenha dúvidas: todas as decisões serão pautadas por critérios de justiça e equidade, quer na distribuição equilibrada dos investimentos pelo território, em função dos principais eixos de desenvolvimento do concelho, quer na cooperação com as juntas de freguesia, os movimentos associativos e outras entidades.

São grandes, muito grandes, os desafios que temos pela frente, mas parto para eles com a confiança de quem se sente apoiada por uma equipa extraordinária, uma equipa unida em torno de um desígnio comum de progresso e desenvolvimento, e também com a convicção de que a lealdade institucional vai prevalecer de novo na Assembleia Municipal e nas Juntas e Assembleias de Freguesia.

Sei também que posso continuar a contar com a extrema dedicação e profissionalismo daquele que considero o maior ativo do Município, o seu capital humano, que será, como sempre, um fator determinante no incremento de dinâmicas vantajosas para os munícipes e para as organizações.

E confio totalmente no exemplo de cooperação que tem pautado a posturas das forças vivas do concelho com a Câmara Municipal, as associações, as IPSS, as empresas e outras organizações, às quais manifesto desde já total disponibilidade para dar o melhor acolhimento possível a projetos direcionados para o reforço da vitalidade sociocultural e económica do concelho.

Estou certa de que, todos juntos, vamos fazer as escolhas certas, vamos continuar a fazer do concelho de Cantanhede uma terra com mais oportunidades, mais bem-estar, mais desenvolvimento.

Uma terra de futuro!



Um abraço amigo da
Helena Teodósio
(Helena Teodósio)

Conteúdo atualizado a 28.10.2021